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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Agenda de Cursos 2014
Segundo Semestre
TIGERLOG CONSULTORIA E TREINAMENTO EM LOGÍSTICA LTDA

Nos valores abaixo já estão inclusos o valor do IRRF, de 1,5%.

Data
Cidade /UF
Hotel
Preço
075 - Gestão Estratégica de Compras
 (Pedro A.)
18/10 (sábado)
08:00 h – 17:00 h
São Paulo, SP
A definir

R$ 720,00
042- Gestão de Custos Logísticos
 (Marco A.)
18/10 (sábado)
08:00 h – 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema

R$ 720,00
043- Formação de Engenheiros Logísticos
Turma XIII
(Marco A. / André / Dirceu)
20 a 23/10
(segunda a quinta)
08:00 h – 20:00 h

São Paulo, SP
Mercure Guarulhos

R$ 3.500,00 em 3 parcelas iguais
076 - Como Elaborar um Bem Sucedido Planejamento Estratégico de Vendas para Transportadoras e Operadores Logísticos
 (Marco A.)

29/10 (quinta)
08:00 h - 17:00 h
Guarulhos, SP
Mercure Guarulhos
R$ 750,00
77- Gestão de Alta Performance em Armazéns
(Marco A.)
04/11 (terça)
08:00 h - 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema
R$ 720,00
045- Custeio e Formação de Preços
para Carga Lotação e Fracionada
 (Marco A.)

08/11 (sábado)
08:00 h – 17:00 h
Guarulhos, SP
Hotel Mercure
R$ 720,00
055- Formação de Analista Fiscal
(Dirceu.)
08/11 (sábado)
08:00 h - 17:00 h
A definir
R$ 720,00
056-Excelência na Gestão de Almoxarifados
(Marco A.)
10/11 (segunda)
08:00 h - 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema

R$ 720,00
041-Melhores Práticas na Acuracidade de Estoques
Inventário Geral e Rotativo
 (Marco A.)

11/11 (terça)
08:00 h - 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema

R$ 720,00
078-PCOT - Planejamento e Controle da Operação de Transportes
(Marco A.)
27/11 (quinta)
08:00 h - 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema
R$ 720,00
079-PPCP - Planejamento, Programação e Controle da Produção

(Marco A.)
04/12
(quarta)
08:00 h - 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema
R$ 750,00
080-Formação de Controllers em Logística
TURMA IV
08 e 09/12
(segunda e terça)
08:00 h - 20:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema
R$ 1.600,00
081- Indicadores de Desempenho, Benchmarking e
 Balanced Scorecard aplicados à Logística
(Marco A.)
15/12 (segunda)
08:00 h - 17:00 h
São Paulo, SP
Mercure Moema
R$ 720,00

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Gestão da Operação de Transportes - PCOT - Planejamento e Controle da Operação de Transportes

Gestão da Operação de Transportes - PCOT - Planejamento e Controle da Operação de Transportes 
Data 17 e 18/03/2014 
Horário 18:00 ás 22:00 
Investimento 720,00 
Local São Paulo - SP


PROGRAMA TÉCNICO 

1. Conceitos Básicos em Transportes 
2. O que é o PCOT Razões para a existência, benefícios, escopo de trabalho, interfaces, estrutura organizacional e atuação nas esferas estratégica, tática e operacional. 
3. SLAs - Service Level Agreement e Contratos na Prestação de Serviços Logísticos 
4. Indicadores de Desempenho na Gestão de Transportes 
5. Tipos de Operações de Transportes e Atuação do PCOT 
a. Carga lotação 
b. Carga fracionada 
c. Veículo dedicado 
6. Veículos de Coleta e Entrega / Transferência 
7. Redes de Transportes 
a. Simples Linear 
b. Complexa 
c. Circuito 
d. Radial 
8. Modelos de Distribuição 
a. Entrega direta 
b. Cross-docking e transit-point 
c. Merge-in-transit 
d. Centros de distribuição CD 
e. Centros de distribuição avançados CDA 
9. Cubagem de Cargas no Transporte Rodoviário de Cargas 
10. Consolidação e Unitização de Cargas 
11. Dimensionamento de Frotas 
12. Roteirização de Coletas e Entregas 
13. Fatores de Produtividade das Frotas e Programas de Qualidade e Produtividade em Transportes 
14. Gestão das Não-Conformidades em Transportes 
15. Infra-Estrutura e Layout dos Terminais de Cargas 
16. Custos de Transportes 
a. Custos Fixos 
b. Custos Variáveis 
c. Taxas 
d. Comportamento e importância dos custos 
17. Soluções Tecnológicas em Transportes 
a. TMS - Transportation Management System 
b. Automação e Conferência de Fretes 
c. Roteirizadores 
d. Sistemas de Rastreamento e Telemetria 
e. WEB / WAP 


Maiores informações através do e-mail: treinamento@tigerlog.com.br 


Geração de Lucros nas Transportadoras: Como Reduzir Custos e Despesas e Aumentar Receitas 
Data 18/03/2014 
Horário 08:00 ás 17:00 
Investimento 720,00 
Local São Paulo - SP 

Projetos Logísticos 
Data 24 e 25/03/2014 
Horário 08:00 ás 17:00 
Investimento 1.200,00 
Local Guarulhos - SP 

Engenharia Econômica aplicada à Logística 
Data 24 e 25/03/2014 
Horário 18:00 ás 22:00 
Investimento 720,00 
Local Guarulhos - SP

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O verbo da moda é CUSTEAR...você sabe conjugar?

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

Pense em uma competência importante para os profissionais de logística. Você deve ter  pensado em várias coisas, correto? Agora, coloque-as numa ordem de importância, da mais importante para a menos importante. Com certeza, as três mais importantes competências estarão ligadas a algo como "orientação para resultados", "hands on", "capacidade de suportar situações de pressão", "flexibilidade", "negociação","familiaridade com números",  "facilidade com cálculos", etc. 
Seja qual for a característica que você priorizar, ela provavelmente terá uma ligação com a capacidade de lidar com os números relevantes da empresa, no  nosso caso, com as cifras relacionadas à operação logística, aquelas que afetam o resultado financeiro da companhia, principalmente o lucro. 
Ppor detrás do lucro está a gestão dos custos. Custos mal dimensionados afetarão a rentabilidade da empresa. Nesse cenário a empresa se verá obrigada a reduzir sua margem de lucratividade ou a repassar suas ineficiências para os preços, podendo perder competitividade (e participação) no mercado. Você gostaria de ver a logística sendo responsabilizada por isso? 
Obviamente que não. Portanto, lidar corretamente com os custos logísticos é condição sine qua non para a sobrevivência e crescimento do profissional da área de logística. E da sua empresa também! 
Comece conhecendo os componentes do custo logístico. Parece fácil, mas não é. Teoria será fundamental. Quanto mais você mexer, mais coisas você encontrará. Esse é o primeiro passo. 
Procure também entender o fluxo de informações para o custeio. Apure os procedimentos e os sistemas de informação por detrás dos custos. Avalie a confiabilidade e a lógica de apuração dos dados. Entenda a fundo o "caminho" que os custos percorrem até chegar a você. 
Na sequência entenda a relação entre o custo e o fator gerador desse custo. Ou seja, o que produz o custo e como se comportam essas variáveis? 
Por exemplo: ao vender de forma fracionada, que impacto isso terá sobre os custos operacionais? Teremos menores quantidades apanhadas, mais vezes ao longo do dia. Isso significará maior necessidade de mão de obra e equipamentos de movimentação. Em função do aumento da complexidade operacional, demandaremos maiores investimentos em tecnologia da informação (coletores de radiofrequência por exemplo) e em automação, e maiores esforços no inventário dos materiais remanescentes. Antes de expedir, a carga precisará ser unitizada, exigindo etiquetas, filme stretch, e mão de obra para o manuseio e preparação. Em função do fracionamento, será necessário um maior nível de conferência, e por aí vai...custos, custos e mais custos! 
Entendendo os custos e os fatores geradores dos custos, restará agora analisar as informações existentes, definir metas de redução e  "quebrar a cabeça" para identificar formas de reduzí-los. Existe uma longa de lista de perguntas que devem ser feitas, como por exemplo:
- existem processos que podem ser eliminados, simplificados ou combinados com outros?
- é melhor eu mesmo fazer ou transferir essa atividade para um terceiro especializado?
- esse parceiro, com o qual trabalho atualmente, é o melhor para a minha empresa? Existem outras opções? Quanto custarão?
- posso automatizar algo e reduzir a necessidade de mão de obra?
- é possível reduzir custos treinando a minha equipe? Que tipo de treinamento é necessário? 
Superada essa "dolorida" etapa, faltará apenas adotar formas de garantir a sustentabilidade dessas ações no médio e  longo prazo, para não perdermos as conquistas alcançadas. Isso envolverá adotar utilização de ferramentas da qualidade, instrumentos de gestão à vista, remuneração variável, etc. Não é fácil, mas é gratificante demais! 

É isso aí...conjugue o verbo custear em todos os tempos possíveis. Não espere que seus concorrentes te ensinem!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Artigo Dicas para Melhorar a Produtividade e Reduzir Custos em seu Armazém



Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda
 
Você atualmente encontra-se sob pressão para melhorar a produtividade em seu armazém, mas a sua empresa quer alcançar maiores indicadores de eficiência sem incorrer em novos investimentos?
 
Aqui vão algumas importantes dicas, que servem para armazéns de diferentes tamanhos e complexidades.

1 - Pense estrategicamente. Adote uma postura pró-ativa, ao invés de simplesmente tentar corrigir problemas decorrentes da falta de planejamento. Pense menos na aquisição de novos equipamentos e na ampliação e melhoria da infra-estrutura e insista mais na revisão de processos e do layout operacional.

2 - Reconheça que existe espaço para melhorias. Levante dados da sua operação e questione pessoas-chave sobre sugestões para a melhoria dos processos operacionais. Agende reuniões regulares com a sua equipe para discutir o desempenho e a evolução das oportunidades de melhoria identificadas.

3 - Mantenha a sua equipe motivada e em boas condições de saúde. Pessoas saudáveis e felizes são muito mais produtivas. Incentive a realização de ações que impactem positivamente na motivação de sua equipe, defina metas desafiadoras, mas realistas ofereça incentivos para alcançar performance superior. Para tornar o trabalho menos desgastante, busque melhores soluções ergonômicas, principalmente nas operações de picking e de unitização das cargas.
 
4 - Acompanhe a rotina diária de operações. Ande pelo armazém diariamente, observe o trabalho da sua equipe, converse com seus colaboradores e analise a forma como o trabalho é feito. Isso poderá revelar excelentes oportunidades de melhoria. Uma auditoria visual formal poderá, ao contrário, inibir os funcionários e levar a queda de produtividade.
 

5 - Cross-docking. Trata-se de uma operação de distribuição, na qual os produtos circulam pelo armazém, apenas nas áreas de docas e stages, de um caminhão para outro, sem a necessidade de estocagem. É uma operação que proporciona redução de custos ao redor de 25%, quando comparada com uma operação normal de estocagem e de separação de pedidos, e que pode ser utilizada em produtos com vendas previsíveis ou quando se tem conhecimento exato da chegada e partida de caminhões.
 

6 - Elimine estoques desnecessários. Estoques obsoletos devem ser eliminados dos armazéns, através de descontos, aumento de comissões para a área de vendas, leilões, etc. Eliminando estoques obsoletos, o foco estará voltado exclusivamente para os produtos disponíveis para venda.
 

7 - Faça com que seus Fornecedores trabalhem para você. Se o relacionamento com os seus Fornecedores permitir, transfira para eles a necessidade de embalar os produtos conforme a necessidade de cada loja (ou setor), a etiquetagem das embalagens com o destino de cada loja (ou setor) e o transporte para cada um dos armazéns ou local de estocagem.
 

8 - Extraia o máximo de sua tecnologia da informação. Sistemas WMS (Warehouse Management System), código de barras e radiofreqüência são implementados com a finalidade de aumentar a produtividade operacional e a acuracidade da informação. Verifique se você realmente está “usufruindo” os benefícios possíveis com a tecnologia em armazéns.
 

9 - “Dobre” a velocidade da sua operação de putaway e diminua o tempo de dock to stock. A operação de putaway (deslocar para dentro) corresponde ao transporte do pálete da doca de recebimento para a zona de estocagem. Utilize, sempre que possível, paleteiras com garfos estendidos ou equipamentos com garfos duplos.
 

10 - Enderece os produtos para os locais corretos e na quantidade correta. Mantenha itens mais populares (freqüentes) e de maior giro (velocidade) em áreas nobres do armazém. Ao mesmo tempo, garanta que slow movers não estejam ocupando posições intermediárias do armazém, prática que amplia os tempos de deslocamento interno no processo de separação de pedidos. Também garanta que você tenha dimensionado corretamente os módulos de separação de pedidos; se você está reabastecendo uma posição para a separação de caixas em uma estrutura flow-rack cinco vezes ao dia é porque houve falhas ao dimensionar o tipo de estrutura ou a área.
 

11 - Utilize flow-racks para a separação de caixas. Em situações onde são exigidos grandes volumes de separação de caixas e um rápido reabastecimento, utilize flow-racks, estruturas constituídas de trilhos com roletes deslizantes, abastecidas por detrás, que ao aproveitar a força da gravidade, permitem que o operador acesse a mercadoria sem dificuldades.
 

12 - Estude o perfil do seu pedido e defina o método de picking mais adequado. Entenda perfeitamente o perfil dos pedidos separados em seu armazém, utilizando conceitos básicos em estatística e a ferramenta Excel ou Access. Isso permitirá à você e sua equipe optar pelo processo de picking mais adequado, que levará a uma operação mais rápida, flexível, segura e econômica.
 

13 - Agende a carga e a descarga. Docas congestionadas podem reduzir drasticamente a produtividade do armazém. Em geral, armazéns mais antigos não possuem docas em quantidade ou dimensões adequadas, portanto, o agendamento da carga e descarga nos armazéns (dock scheduling) permitirá um melhor balanceamento da mão-de-obra e dos equipamentos de movimentação.
 

14 - No transporte de páletes na horizontal, evite utilizar empilhadeiras. Ao transportar páletes na horizontal, dê preferência a paleteiras manuais ou elétricas, estas podendo ter o operador a pé, embarcado de pé ou embarcado sentado. A escolha do equipamento dependerá do volume transportado, peso e distância.
 

15 - Implemente o inventário cíclico ou rotativo. Garanta que as informações contábeis e os dados dos sistemas informatizados estejam em perfeita sintonia com a situação física. Assim, evitaremos erros e o retrabalho que ocorre ao realizar o apanhe incorreto dos materiais.
 
 TREINAMENTOS EM DESTAQUE
 
 
- Técnicas para a Otimização de Armazéns 
Data 23/04/2013
Horário 08h00 às 17h00
Local Mercure Privilege, SP
Investimento 700,00
 
- Auditoria da Qualidade e Produtividade em Logística
Data 09/04/2013
Horário 08h00 às 20h00
Local Mercure Privilege, SP
Investimento 850,00
- Logística Fiscal e Tributária aplicada às Operações Logísticas
Data 13/04/2013
Horário 08h00 às 17h00
Local Mercure Guarulhos, SP
Investimento 700,00

- Formação de Engenheiros Logísticos 
Data 10 a13/06/2013
Horário 08h00 às 20h00
Local Mercure Guarulhos, SP
Investimento - 3000,00 (até 5x de 600,00)
 

Maiores informações através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br 
ou através do site www.tigerlog.com.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Artigo: Como Custear Armazéns


Segue abaixo artigo descrevendo alguns processos necessários para saber como custear seu armazém.


Próximos treinamentos para que você possa aprimorar seus conhecimentos


·         Técnicas Avançadas para Negociação em Compras – 01/09 – 09h00 – 18h00 – Mercure Privigele – SP – Inventimento 600,00
·         Logística Fiscal e Tributária aplicada às Operações Logísticas – 11/09 – 08h00 – 17h00 – Mercure Privilege – SP – Investimento 600,00
·         Técnicas para a Otimização de Armazéns – 17/09 – 08h00 – 17h00 – Novotel Ibirapuera – SP – Investimento 600,00
·         Gestão da Operação de Transportes PCOT – Planejamento e Controle da Operação de Transportes – 18/09 – 08h00 – 17h00 – Novotel Ibirapuera – SP – Investimento 600,00
·         Custos Logísticos – Aspectos Tributários ICMS-SP, IPI, ISS, PIS, COFINS, IRPJ E CSLL–  20/10 sábado – 08h00 – 17h00 – Mercure Privilege – SP Investimento 600,00
·         Formação de Engenheiros Logísticos – Turma IX – 26 a 29/11 – 08h00 – 20h00 – Hotel a definir – SP Investimento 3.000,00 em 5 parcelas de 600,00

Vejam também nosso novo portal de treinamentos online www.e-tigerlog.com.br
Em busca de transportadoras ou operadores logísticos, temos uma lista com mais de 2.000 empresas cadastradas, saiba mais acessando www.fabricadelogistica.com.br em Loja Virtual

Inscrições e  informações acessem www.tigerlog.com.br em Agenda de Treinamentos ou através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br

Artigo

Como Custear Armazéns
Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

Até então ofuscadas pela operação de transportes, as atividades de movimentação e armazenagem de materiais começaram a ganhar importância nas empresas a partir do início desta década com a reavaliação da estratégia de distribuição e em função de diversos outros fatores que aumentaram a complexidade da operação logística como o aumento do número de itens comercializados, redução no ciclo de vida dos produtos, controle por lotes e rastreabilidade, maior fracionamento dos pedidos

Custos com as operações de Centro de Distribuição representam, na maioria dos casos, de 1 por cento a 5 por cento da receita operacional líquida ROL das empresas. Sua participação vem aumento a cada ano, daí a importância da sua mensuração e análise

Antes de qualquer coisa, avalie a disponibilidade e confiabilidade dos dados para o processo de custeio

Para custear as operações de movimentação e armazenagem de materiais, inicialmente, classifique os custos e as despesas em QUATRO grandes contas: Mão-de-Obra, Espaço Físico, Equipamentos de Movimentação e Armazenagem de Materiais MAM e Despesas Diversas

Empresas que operam com cargas climatizadas, resfriadas e congeladas normalmente criam uma conta à parte, denominada UTILIDADES, devido à representatividade dos gastos com energia elétrica no custo total

Ao levantar os custos, procure trabalhar numa base MENSAL. Ficará mais fácil de você identificar distorções nos dados levantados

Comecemos pela conta mais representativa, que pode alcançar até 60 por cento dos custos de um Centro de Distribuição, a MÃO-DE-OBRA. Ela engloba os gastos com salários, encargos sociais e benefícios com a mão-de-obra direta equipe operacional e administrativa equipe de apoio à operação

Em seguida, passamos à conta ESPAÇO FÍSICO. No caso de infra-estrutura própria, incidirá depreciação e custo de oportunidade. No caso da depreciação, você poderá utilizar dados contábeis ou informações gerenciais; por exemplo: contabilmente você deverá depreciar o imóvel em 25 anos com 20 por cento de valor residual, mas gerencialmente poderá trabalhar com depreciação em 10 anos e valor residual igual a zero

Investimentos relacionados ao prédio reconstrução da cobertura ou reforma do piso, por exemplo e a instalação de infra-estrutura acessória sistema de ventilação, por exemplo também deverão ser alocados na conta ESPAÇO, considerando depreciação e custo de oportunidade

No caso de infra-estrutura pertencente a terceiros, você deverá considerar a despesa de aluguel

Também fazem parte dessa conta ESPAÇO, o IPTU e as despesas com manutenção predial conhecida como gastos condominiais que envolvem a limpeza, jardinagem e a conservação do prédio. Algumas empresas optam por considerar nessa conta as despesas com água e energia elétrica, segurança patrimonial e gastos com laudos e licenças para depois efetuar um rateio por m². Particularmente, prefiro alocar essas despesas na conta DIVERSOS

Em seguida, passamos à conta EQUIPAMENTOS de MAM. Essa conta envolve todos os gastos relacionados a equipamento de movimentação como empilhadeiras, paleteiras elétricas e hidráulicas manuais, carrinhos diversos, e também os gastos com estruturas de estocagem porta-páletes, drive-ins, flow racks, estanterias,  e acessórios diversos niveladores de docas, por exemplo

No caso de equipamentos próprios teremos a depreciação e o custo de oportunidade. Na hipótese de equipamentos alugados, a despesa com aluguel assumirá especial destaque. Algumas empresas alocam parte da conta da energia elétrica nessa conta, em função da carga de baterias de empilhadeiras elétricas.  Considere também os gastos com manutenção dos equipamentos, tanto no caso de terceiros ou manutenção própria. No caso de manutenção própria, você deverá considerar os gastos com espaço, mão-de-obra e ferramental, além do impacto financeiro resultante da estocagem de peças

Gastos com materiais para embalamento e unitização de cargas como filme stretch, filme retrátil, cintas em nylon, páletes, etc. podem ser alocados na conta EQUIPAMENTOS de MAM

Por fim, teremos a conta DIVERSOS. Essa conta reúne gastos com comunicação, material de papelaria e suprimentos para informática, serviços de motoboy e Correios, despesas com Saúde, Segurança e Meio Ambiente equipamentos de proteção individual, campanhas internas de conscientização como prevenção à AIDS, alcoolismo, gripe suína, além de gastos com CIPA, SIPAT e Brigada de Incêndio, depreciação e custo de oportunidade de mobiliários armários, mesas, cadeiras, divisórias, itens de decoração, equipamentos de informática computadores, impressoras, servidores, equipamentos de radiofreqüência, antenas, e infra-estrutura de segurança câmeras, CFTV, sistemas de controle de acesso, licença de softwares antivírus e firewall, pacote Office, solução WMS e ERP, softwares de segurança interna. Aqui podemos incluir despesas com água e energia elétrica, segurança patrimonial e laudos e licenças diversos

Ao final, você terá um custo mensal. Esse custo poderá, posteriormente, ser visualizado de diferentes formas
- custo como um por cento da ROL – Receita Operacional Líquida
- custo como um por cento do Custo Logístico Total
- custo por tonelada
- custo por volume
- custo por pedido
- custo por m² ou m³

A visualização do custo de movimentação e armazenagem por unidade recebida ou expedida ou por posição pálete na quinzena ou no mês dependerá da alocação dos custos por atividade, num segundo estágio. Nesse caso é necessário trabalhar com o a metodologia do custeio por atividades ABC

A medição dos custos é o ponto de partida para a busca das melhores práticas mundiais. Portanto, apure e analise seus custos. E se possível, estabeleça um processo de benchmarking com outras empresas. Mãos-a-obra

terça-feira, 31 de maio de 2011

Artigo: Coisas que você pode fazer Agora para Otimização de seu Centro de Distribuição

Coisas que você pode fazer AGORA para a OTIMIZAÇÃO de seu Centro de Distribuição

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

Tolerância e paciência são duas palavras que parecem não fazer parte do meio logístico. Normalmente somos cobrados por resultados no curto prazo; muitas vezes temos que tomar importantes atitudes gerenciais, sem qualquer respaldo técnico e financeiro, para alcançar resultados em alguns poucos meses.

Diante dessa pressão insaciável por resultados, a principal dúvida dos profissionais de logística consiste em o que fazer e por onde começar?

Do custo total de movimentação e armazenagem, 40% a 60% correspondem aos gastos com mão-de-obra. Portanto, se queremos obter ganhos significativos, precisaremos lidar com a questão do pessoal operacional e administrativo.

Para alcançarmos resultados realmente representativos junto à equipe é preciso implantar a cultura de melhoria contínua BOTTOM-UP, ou em outras palavras, implantar mudanças de baixo para cima, a partir de iniciativas dos próprios funcionários.

Encoraje a sua equipe a promover as melhorias necessárias.

Decretos-leis raramente têm um efeito positivo em Centros de Distribuição, e não contam com a adesão do pessoal, por isso, é de extrema importância o envolvimento da equipe na identificação das oportunidades de melhorias, no desenvolvimento das soluções, na implantação e no monitoramento dos resultados.

Tenha indicadores no nível operacional e gerencial e meça os resultados alcançados. A princípio foque na produtividade operacional, acompanhando o desempenho na carga e descarga de veículos, na separação de caixas e páletes completos, na montagem de kits, etc. Depois avance em outras dimensões como custos e qualidade do serviço prestado.

A partir de um histórico confiável, defina metas realmente desafiadoras. Tendo claro quais são os resultados pretendidos, reúna-se com a sua equipe e discuta as ações chaves, os responsáveis e os prazos.

Nesse sentido, procure capacitar sua equipe na aplicação das ferramentas da qualidade total como o PDCA, 5W2H, DMAIC, Brainstorming, Diagrama de Ishikawa, Relatórios de Três Gerações, etc. Dispor de uma metodologia ajudar á muito e encurtará os caminhos para a melhoria contínua. Os primeiros trabalhos serão dolorosos e difíceis, porém, com o tempo a sua equipe desenvolverá uma forma rápida, simples e eficaz para a abordagem e resolução de problemas.

Invista no treinamento técnico da sua equipe. Quantas horas por ano você investe na formação e reciclagem do seu pessoal? As melhores práticas mundiais em treinamento em armazéns giram ao redor de 50 a 60 horas por homem por ano.

Desenvolva uma sistemática para a premiação da equipe. Sim, estamos falando de uma bonificação financeira em função dos resultados alcançados. Procure também envolver os familiares de seus funcionários, premiando, por exemplo, a esposa do melhor funcionário com um eletro-eletrônico ou eletrodoméstico, como microondas, TV, netbook, computadores portáteis, etc.

Para que tudo isso ocorra é indispensável o papel da liderança no chão do armazém. Você está seguro do papel desempenhado pelos encarregados ou supervisores de seu Centro de Distribuição, em todos os turnos operados? Qual foi a última vez que você realizou uma pesquisa de clima organizacional em sua operação?

Por fim, tenha um diálogo constante com a sua equipe. Pelo menos duas vezes ao dia dê um rápido giro pelo Centro de Distribuição. Invista alguns importantes minutos em um produtivo bate-papo com sua equipe. Nada de chamar “A” ou “B” em sua sala para uma conversa particular; vá para o front, vivencie a realidade deles e procure compreender as dificuldades existentes.

Resumindo, para obter resultados realmente consistentes e de uma fo rma relativamente rápida, trabalhe insistentemente na capacitação da sua equipe, no desenvolvimento de lideranças positivas, na mensuração dos resultados, na implantação de ações corretivas e preventivas e na premiação em função das metas superadas!

Marco Antonio Oliveira Neves, graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e pós-graduado em Administração da Produção e Finanças no CEAG da FGV-SP. Diversos cursos de extensão em Logística no Brasil e no Exterior. Atuação em empresas como Goodyear, Cia Cervejaria Brahma (atual Ambev), Cervecera Nacional, Ryder Logística e Deloitte Consulting. Atualmente é Diretor Presidente da Tigerl og Consultoria e Treinamento em Logística Ltda, da NETLOG (voltada ao hunting e outplacement), da Resolve! e da Guepardo Serviços Técnicos. Palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (em mais de 10 países). Atua como consultor em logística (mais de 150 projetos realizados) e como palestrante. Nos últimos seis anos treinou mais de 10.500 profissionais de 3.500 diferentes empresas em diversos cursos abertos e in-company. É colunista da Revista Mundo Logística e da Revista Quatro Rodas, além de autor de mais de 350 artigos na área divulgados em websites, revistas e jornais.

Notícias Tigerlog:

- Caramuru Alimentos seleciona Tigerlog para treinamento em movimentação e armazenagem de materiais em sua Unidade em GO

- Tigerlog realiza palestra sobre Custos e Gestão Comercial para cerca de 100 executivos de Transportadoras e Operadores Logísticos em Porto Alegre (RS)

- Proativa Logística e Transportes contrata Tigerlog para consultoria

- Autonomy Investimentos contrata Tigerlog para realização de estudo de viabilidade técnico-financeira

- MTR Transportes, sediada em Blumenau (SC) fecha contrato com a Tigerlog para a realização de projeto de melhoria contínua na empresa entre 2011 e 2012

- Modular Cargas de Canoas (RS) seleciona a Tigerlog para a realização de diagnóstico geral na empresa

- Três Corações contrata Tigerlog para projeto de otimização da operação de armazéns

- Grupo Simões (Coca-Cola na Região Norte) seleciona a Tigerlog para projeto em armazéns

- Cosan seleciona Tigerlog para estudo de malha logística

Consulte outros projetos em a ndamento.