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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Treinamento Gestão de Custos Logísticos


A quem se destina

Proprietários, Diretores, Gerentes, Supervisores e Analistas da área Operacional, Comercial e Financeira de Empresas de Transporte Rodoviário de Carga e Operadores Logísticos e profissionais diversos da área de Transportes e Distribuição em empresas da Indústria, do Comércio e Prestação de Serviços.

Por que participar

O ambiente altamente competitivo exige das empresas e dos profissionais de logística a aplicação de modernas técnicas de gestão, que necessariamente passam pelo conhecimento dos custos operacionais em transportes, movimentação e armazenagem de materiais e estoques.

Custos minimizados, ativos logísticos otimizados e serviços de excelência prestados aos clientes agregam valor aos acionistas e clientes, bem como são fundamentais para que as parcerias na cadeia logística possam atingir seus objetivos. Verifique artigo técnico ao final da apresentação deste treinamento

Neste treinamento, além de explorarmos os conceitos e tendências que envolvem os custos logísticos, também apresentaremos ferramentas para a sua gestão.

Carga-horária do treinamento 08 horas, sendo dividido em carga horária de 4 horas em dois dias consecutivos.

Local e data de realização do treinamento

São Paulo- SP

Data 18/10/2014 – 08h00 às 17h00

Local: Mercure Privilege São Paulo - SP
 
Endereço: Avenida Macuco, 579 - Moema, São Paulo - SP, 04523-001
 
Maiores informações do hotel no link abaixo:
http://www.mercure.com/pt-br/hotel-3124-mercure-sao-paulo-privilege-hotel/index.shtml
 
Reservas/Hospedagem
É necessário informar que são participantes do curso, para validação da tarifa especial.
Hotel Mercure
(+55)11/50547800 - Fax : (+55)11/50547794


Se a sua cidade não está sendo atendida na programação acima, consulte a opção da realização de eventos particulares na sua empresa ou através da formação de um pool de empresas.

Programa Técnico

  1. Noções Gerais de Custos
    1. Conceitos Básicos
    2. Classificação dos custos logísticos quanto à produção: Custos Fixos e Variáveis
    3. Classificação dos custos logísticos quanto à apropriação Custos Diretos e Indiretos
  2. Custos em Transportes
    1. Custos Diretos Fixos e Variáveis
    2. Custos Indiretos
    3. Fatores que Influenciam o Custo de Transportes
    4. Comparativos entre os Modais de Transportes
    5. Estrutura Tarifária no Transporte Rodoviário de Carga
                                          i.    Frete Peso
                                         ii.    Frete Valor
                                        iii.    Taxas
    1. Impacto da Produtividade da Frota sobre os Custos
    2. Conceitos e Cálculo de Cubagem
    3. Planilha de Custos Operacionais dos Veículos e Análise Vertical
    4. Fluxos Operacionais e Formas de Custeio:
                                          i.    Carga Lotação - FTL – Full Truckload
                                         ii.    Carga Fracionada - LTL – Less Than Truckload – Distribuição Local
                                        iii.    Carga Fracionada - LTL -  Less Than Truckload – Distribuição Regional
                                        iv.    Carga Fracionada – LTL – Less Than Truckload - via Terminais de Trânsito
    1. O Cálculo do Custo de Entrega
    2. Estratégias para a Gestão dos Custos em Transportes
  1. Custos em Armazéns
    1. Noções Básicas sobre Armazéns e Dicas Importantes para a Gestão de Armazéns
    2. Custos Diretos e Indiretos
    3. Rateio de Custos Gerais
    4. Planilha de Custos Operacionais dos Armazéns e Análise Vertical
    5. Formas de Custeio em Armazéns
                                          i.    Preço por pálete recebido / expedido, com ou sem picking
                                         ii.    Preço por posição pálete na quinzena, no mês ou em um período
                                        iii.    Preços por tonelada, m² ou m³
                                        iv.    Planilha de preço para operações de movimentação e armazenagem
    1. Custeio Baseado em Atividades (Método ABC) aplicado a Centros de Distribuição
    2. Estratégias para a Gestão do Custo de Movimentação e Armazenagem
  1. Custos de Estoques
    1. Custos dos Materiais
    2. Custos Financeiros
    3. Custos de Pedir
    4. Custos com Stockouts
    5. Estratégias para a Gestão dos Custos com Inventários
  2. Metodologias de Preços em Logística
                                          i.    Custo mais Margem ou Cost-Plus
                                         ii.    Custo mais Taxa de Gerenciamento Fixa
                                        iii.    Taxa de Incentivo
                                        iv.    Taxa Unitária
  1. Indicadores de Desempenho para a Gestão dos Custos Logísticos
  2. Indicadores Econômicos para a Gestão de Contratos com Prestadores de Serviços Logísticos (PSLs)
    1. IPCA
    2. IGP-M
    3. INTC-F / INCT-L
    4. Gatilhos para os principais custos
    5. Indicadores próprios de reajuste

Palestrante:

Marco Antonio Oliveira Neves, graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e pós-graduado em Administração da Produção e Finanças no CEAG da FGV-SP. Diversos cursos de extensão em Logística no Brasil e no Exterior. Atuação em empresas como Goodyear, Cia Cervejaria Brahma (atual Ambev), Cervecera Nacional, Ryder Logística e Deloitte Consulting. Atualmente é Diretor Presidente da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda, da NETLOG (voltada ao hunting e outplacement)  e da Guepardo Serviços Técnicos. Palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (em mais de 10 países). Atua como consultor em logística (mais de 200 projetos realizados) e como palestrante. Nos últimos oito anos treinou mais de 15.000 profissionais de 3.500 diferentes empresas em diversos cursos abertos e in-company. É colunista da Revista Mundo Logística e da Revista Quatro Rodas, além de autor de mais de 350 artigos na área.
Inscrições

Através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br. No e-mail informe os dados do participante nome, cargo e e-mail e os dados da empresa para a emissão da nota fiscal e do boleto bancário razão social, endereço completo, CNPJ e inscrição estadual

A nota fiscal e o boleto bancário serão encaminhados pelo e-mail. Vencimento em 10 dez dias.

Investimento

720,00 Setecentos e vinte Reais por participante.

Tabela de descontos
  • 2 participantes da mesma empresa 5 por cento
  • 3 ou mais participantes da mesma empresa 10 por cento

Inclusos no valor o almoço e o coffee-break, certificado de participação e material de apoio pasta, caneta e bloco

O material didático, impresso, será disponibilizado a todos os participantes.

Cancelamento de Inscrições e Substituição de Participantes

Todo e qualquer cancelamento deverá ser comunicado de forma escrita, por e-mail, informando o nome do participante, treinamento e empresa, seguindo os procedimentos conforme abaixo.

Participantes poderão ser substituídos, porém será necessário enviar e-mail em até 42 horas antes da data do respectivo treinamento, formalizando a mudança de participante para a impressão do certificado e crachá.

1. Cancelamento por parte do participante em até CINCO dias úteis antes da realização do treinamento
No caso de pagamento já realizado, o valor pago será devolvido, descontando-se os impostos recolhidos e pagos pela Tigerlog, devido à impossibilidade de cancelamento da Nota Fiscal.

2. Cancelamento por parte do participante em prazos inferiores a cinco dias até a data de realização do treinamento
No caso de pagamento já realizado, o valor pago NÃO será devolvido e NÃO HAVERÁ POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.
No caso de pagamento não efetuado, ou seja, a vencer, IMPLICARÁ NA COBRANÇA INTEGRAL DO VALOR DA INSCRIÇÃO, SEM A POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.

3. Participante não comparece ao treinamento no qual foi inscrito e não comunica a Tigerlog
No caso de pagamento já realizado, o valor pago não será devolvido e NÃO HAVERÁ POSSIBILIDADAE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.
No caso de pagamento ainda não realizado, será cobrado do participante ou da empresa O VALOR INTEGRAL DA INSCRIÇÃO, SEM A POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.

4. Cancelamento por parte da Tigerlog/ Guepardo Logística
A Tigerlog reserva-se no direito de cancelar o curso, com até 48 horas de antecedência, no caso de não atingir o mínimo de 15 participantes. Nesse caso, todos os participantes serão informados por e-mail e telefone, contando com a opção de utilizar o valor pago (se pago) em outros cursos da Tigerlog, podendo ainda usufruir de crédito adicional de 25% a 30%; dependendo do curso ou solicitar a devolução do valor integral pago.



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Artigo: Três números que realmente importam para uma Transportadora - Parte I de III


Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda. 

Três números realmente importam para os executivos e demais profissionais atuantes em Transportadoras. São eles: a Receita Operacional Líquida (ROL), o Custo dos Serviços Prestados (CSP) e as Despesas Operacionais (DO). A rentabilidade é uma consequência natural dessas três contas. 


A ROL - Receita Operacional Líquida é o resultado da subtração entre a Receita Operacional Bruta e os impostos diretamente incidentes sobre as vendas, como PIS, COFINS e ICMS e também da subtração dos descontos concedidos sobre as vendas. Algumas empresas, sabiamente, também deduzem da ROB as indenizações pagas a clientes, decorrentes de avarias, furtos e extravios de mercadorias. Na Receita Operacional Bruta devem ser consideradas apenas as receitas oriundas da prestação de serviços; receitas diversas, obtidas por outros meios (venda de ativos, por exemplo) devem ser contabilizadas como receitas não operacionais.

O CSP - Custo dos Serviços Prestados corresponde aos gastos com a operação. Englobam custos operacionais e administrativos. Dentre os custos operacionais destacamos as cifras envolvidas nas operações de coleta e entrega, transferência e terminais de carga.  Os custos operacionais se subdividem em custos fixos e variáveis.

Os custos fixos correspondem ao salários, encargos sociais e benefícios da tripulação, depreciação e remuneração do capital dos equipamentos de transportes (cavalo mecânico e semi-reboque/reboque), seguro dos equipamentos, documentação (CRLV, IPVA e DPVAT). Parte da manutenção também deve ser classificada como custo fixo, como salários, encargos sociais e e benefícios da equipe de oficina (mecânicos e ajudantes) e os custos com a infraestrutura física da área de manutenção (instalações e ferramental).

No caso da utilização de Terminais de Cargas, muito comuns em operações de carga fracionada, podemos considerar que a grande maioria dos custos são fixos. É o caso da mão de obra utilizada na carga e descarga de veículos, no aluguel do prédio ou depreciação mais remuneração do capital do imóvel próprio, nos gastos com segurança patrimonial e manuntenção predial e na depreciação e custo de oportunidade dos equipamentos e infraestrutura para a movimentação e eventual armazenagem dos materiais, que poderá envolver a utilização de paleteiras, empilhadeiras, escadas móveis, carrinhos diversos, estruturas porta-páletes, etc. Poderão existir custos variáveis, como é o caso da contratação de terceiros para o manuseio de materiais ou para a carga e descarga de veículos em períodos de pico na operação.

Os custos variáveis envolvem gastos com combustível, peças para a manutenção, pneus, lavagem e lubrificação e pedágios.

Os custos administrativos referem-se à área de tráfego, responsável pelo planejamento, gestão e controle das atividades operacionais. Referem-se aos gastos com a equipe (salários, encargos sociais e benefícios) e instalações físicas e equipamentos. Normalmente são rateados por veículo, faturamento, peso ou número de CTRCs emitidos.

Os custos fixos e variáveis relacionados ao gerenciamento de risco podem ser incluídos aqui, ou em conta à parte para a composição da porcentagem de GRIS.

Gastos com o seguro obrigatório de responsabilidade civil do transportador rodoviário de carga também deverão ser contabilizados à parte para a composição do
ad-valorem.

As Despesas Operacionais abrangem os gastos necessários ao apoio da operação. Envolvem todas as despesas relacionadas aos departamentos de Recursos Humanos, Qualidade Total, Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), Contabilidade, Administrativo-Financeiro, Controladoria, Auditoria Interna, etc., em sua matriz e filiais. Aí estão incluídos os gastos com aluguel ou depreciação das instalações físicas (incluindo móveis e utensílios), depreciação e custo de oportunidade de equipamentos de informática e sistemas de segurança, IPTU, água e energia elétrica, salários, encargos sociais e benefícios de toda a equipe administrativa, gastos com materiais de escritório, despesas com comunicação (internet, links, telefonia móvel e fixa, etc), viagens e estadias da equipe, despesas legais e judiciais, despesas diversas (motoboys, cartório, correios, etc), gastos com assessorias externas, serviços de manutenção e limpeza, etc.

Um bom plano de contas, em conjunto com um moderno sistema informatizado de gestão (solução ERP), lhe ajudará a consolidar as informações de forma contábil e gerencial, alocando corretamente os dados em suas respectivas contas de receita, custos e despesas. Um plano de contas com erros conceituais e com um nível de detalhamento inadequado lhe conduzirá a uma errada classificação e interpretação dos dados, e consequentemente à equívocos na tomada de decisões.

Os dados consolidados deverão constituir uma importante instrumento de gestão para a Transportadora, a DRE - Demonstração do Resultado do Exercício. Tão ou mais importante do que outros demonstrativos ou ferramentas de gestão financeira, como o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa, a DRE é essencial para os executivos das Transportadoras.

A princípio a DRE deverá ser aberta por Filial e consolidada (todas as Filiais e a Matriz). Mas a Transportadora deve atuar de tal forma para que em muito breve tenha uma DRE por cliente, priorizando obviamente os clientes da curva "A", que representarão 70% do faturamento da Transportadora e depois os Clientes "B", que responderão por mais 20% da receita total da empresa. É um caminho longo e árduo, mas que precisará ser percorrido por todas as Transportadoras, independente de seu porte ou mercado de atuação.

Portanto, reserve recursos e direcione os esforços internos necessários para obter um confiável processo de custeio da operação, o que lhe permitirá a correta tomada de decisão em sua empresa, em todas as diferentes esferas de gestão, seja na área de Vendas, Operações, Financeiro, RH, etc.

Bom trabalho!

TREINAMENTOS EM DESTAQUE

- Gestão da Operação de Transportes - PCOT - Planejamento e Controle da Operação de Transportes
Data 08/05/2013
Horário 08h00 às 17h00
Investimento 700,00
Local Hotel Mercure Guarulhos - Guarulhos/SP

- Como Reduzir Custos com Frete Negociações GANHA-GANHA
Data 13 e14/05/2013
Horário 18h00 às 22h00
Investimento 650,00
Local Hotel Mercure Guarulhos - Guarulhos/SP

- Projetos Logísticos
Data 20 e 21/05/2013
Horário 08h00 às 17h00
Investimento 980,00
Local Hotel Mercure Guarulhos - Guarulhos/SP

- Formação de Engenheiros Logísticos - TURMA X
Data 10 à 13/06/2013
Horário 08h00 às 20h00
Investimento 3.000,00 (até 5x de 600,00)
Local Hotel Mercure Guarulhos - Guarulhos/SP
 
Maiores informações através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br 
ou, através do site www.tigerlog.com.br

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Artigo É hora de negociar e estabelecer parcerias com seus Transportadores


Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

Não faltam motivos para o Transportador reclamar da baixa rentabilidade de seu negócio. Pedágios em excesso, restrições à circulação de veículos, penalidades financeiras impostas pelos Clientes em função do não cumprimento do nível de serviço acordado, resistência dos Embarcadores em estabelecer contratos formais e a aceitar repasses de custos, descaso das autoridades com a infraestrutura de transportes, falta de regulamentação do setor, concorrência predatória, aumento do diesel e de outros insumos produtivos, nova legislação (lei 12.619), etc.

Além desses problemas, os executivos do setor ainda precisam lidar com as dificuldades em recrutar e reter bons motoristas, agravada com a publicação da Lei 12.619, com a contínua necessidade de manterem-se atualizados tecnologicamente, com a constante pressão para a renovação da frota, com a obrigação de adequar-se às inúmeras leis e normas de trabalho, etc.

Apesar dos esforços para diferenciar-se, tudo parece caminhar para um inevitável processo de “comoditização”.

Mesmo as mais precavidas e bem gerenciadas Transportadoras e Operadores Logísticos estão sofrendo com a baixa rentabilidade do seu negócio. Como pode um setor tão estratégico para qualquer nação ser assim tão mal tratado?

A necessidade de reverter esse quadro de penúria e de dificuldades é urgente. O ano de 2012 está sendo marcado pelo ano em que as Transportadoras e os Operadores Logísticos começaram a dizer NÃO a determinados Clientes ou segmentos!

Não se trata de uma rebelião organizada e premeditada, nem da formação de cartéis, mas de uma simples questão de sobrevivência. É uma reação natural a muitos anos de descaso e de defasagem e dificuldades em repassar os aumentos de custos. A Lei 12.619 que regulamenta e disciplina a profissão de motorista está trazendo custos adicionais, que poderão impactar em acréscimos de custos significativos, de 10% a 40%, variando muito em função do histórico anterior de correção dos preços.

Estamos chegando a um perigoso “fundo do poço”, e antes que muitas empresas sejam literalmente “engolidas” pelo buraco negro, está na hora de dizer NÃO às antigas práticas de gestão e de relacionamento entre Embarcadores e Transportadoras! É hora de desenvolver parcerias de longo prazo, na modalidade ganha-ganha.

Muitas Transportadoras e Operadores Logísticos estão tentando renegociar seus atuais contratos. Se não conseguirem reajustar os preços a patamares mínimos aceitáveis, dirão NÃO aos seus Clientes. E não importará se o Cliente é fulano, sicrano ou beltrano. Dirão NÃO, OBRIGADO e ATÉ BREVE!

Muitas empresas terão que curvar-se às justas solicitações de seus parceiros logísticos ou buscarão opções mais econômicas no mercado. Será que conseguirão? Aonde buscarão essas empresas, no “fundo do poço”?

A questão não é quem vai ganhar ou perder essa “queda de braço”. A verdade é que todos perderão! Se nada for feito, assistiremos ao surgimento de um gigantesco “cemitério” formado de carcaças de caminhões que pertenceram a empresas que outrora foram consideradas modelos de gestão e de atendimento no Brasil!

Portanto, é importante que cada uma faça a sua parte. De um lado os Transportadores, identificando seus custos e as possibilidades para a sua redução; do outro os Embarcadores, com uma criteriosa análise do nível de serviço desejado e do impacto decorrente sobre os custos.  Somente a atuação conjunta e o trabalho em equipe poderá produzir resultados realmente competitivos. Mãos à obra!