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quarta-feira, 8 de outubro de 2014


Treinamento

Formação de Controllers em Logística
                                                        

A quem se destina

Diretores, Gerentes, Supervisores, Coordenadores e Analistas, responsáveis pela área de Logística / Supply Chain em Empresas Prestadoras de Serviços Logísticos Operadores Logísticos, Transportadoras, Freight Forwarders, Portos Secos, Armazéns Gerais, etc e Empresas de diversos setores da Indústria e do Comércio.

Por que participar

Os custos logísticos, resultantes dos gastos com transportes, estoques e movimentação e armazenagem de materiais podem representar uma importante parcela dos custos e despesas de uma empresa. Reduzir os custos e mantê-los a níveis competitivos é crucial para a sobrevivência e perpetuação das empresas em seus diferentes segmentos de atuação.

O treinamento tem como objetivo fornecer aos participantes os conceitos, as ferramentas e os instrumentos necessários para atuarem na função de controller de logística.  Através deste treinamento, você será capacitado a atuar como um profissional capaz de identificar as oportunidades de melhorias existentes e implantar as mudanças necessárias para reduzir custos, controlar variações indesejadas nas variáveis-chave de desempenho da operação e ampliar o nível de serviço.

Carga-horária do treinamento 20 horas em dois dias consecutivos.

Quantidade de Participantes apenas 25.

Equipamentos necessários recomendamos aos participantes portar notebook e calculadora.

O treinamento apenas será realizado com o número mínimo de 15 participantes.

Local e data de realização do treinamento

São Paulo, SP

Data dias 08 e 09/12/2014, das 08h00 às 20h00

Local Hotel MERCURE Privilege
Endereço Av. Macuco, 579 – Moema - CEP 04523-001 - São Paulo – SP

Reservas especiais para participantes do treinamento
Tel 55 11 5054-7800
Fax 55 11 5054-7794
E-mail
h3124-re@accor.com.br

Se a sua cidade não está sendo atendida na programação acima, consulte a opção da realização de eventos particulares na sua empresa, na modalidade in-company, ou através da formação de um pool de empresas.

Programa Técnico

1.     Conceitos Básicos em Controladoria
a.     Origem e Evolução da Atividade de Controladoria
b.    Papel do Controller nas Organizações Empresariais
c.     Escopo de Atuação da Controladoria
d.    Interfaces
2.     O Papel e o Perfil do Controller em Logística
a.     Escopo de Atuação do Controller em Logística
b.    Desafios no Novo Cenário Logístico
c.     Resultados Esperados com a Controladoria em Logística
d.    Interações Internas e Externas
e.     Competências e Habilidades Requeridas
3.     Custos Logísticos
a.     Conceitos Gerais sobre Custos
b.    Custos na Movimentação e Armazenagem de Materiais
c.     Custos com Transportes
d.    Custos com Estoques
e.     Custos com a Logística Reversa
4.     Planejamento Estratégico em Logística
a.     Conceitos Fundamentais sobre Estratégia
b.    Análise do Ambiente Interno e Externo
c.     Pontos Fortes e Pontos Fracos
d.    Identificação das Diretrizes Estratégicas
e.     Definição dos Objetivos
f.     Planos de Ações
g.    Implantação, Monitoramento e Revisão do Plano Estratégico em Logística
5.     Indicadores de Desempenho em Logística
a.     Conceitos Gerais sobre Indicadores de Desempenho
b.    Indicadores de Produtividade
c.     Indicadores de Custos
d.    Indicadores de Nível de Serviço
e.     Indicadores de Gestão do Capital Humano
f.     Outros Indicadores
g.    Metodologia para Gestão através de Indicadores de Desempenho
6.     Benchmarking em Logística
a.     Definições Conceituais sobre Benchmarking
b.    Tipos de Benchmarking
                                                       i.    Interno
                                                      ii.    Competitivo
                                                     iii.    Setorial
                                                    iv.    Funcional
                                                     v.    Estratégico
c.     Etapas para a Realização do Benchmarking
                                                       i.    Planejamento
                                                      ii.    Coleta de Dados
                                                     iii.    Análises e Comparações
                                                    iv.    Elaboração e Implantação do Plano de Mudanças
                                                     v.    Avaliação das Melhorias
d.    Código de Conduta para Benchmarking
7.     Frentes para a Melhoria Contínua e Reengenharia na Logística
a.     Pessoas
b.    Processos
c.     Infraestrutura
d.    Tecnologia
e.     Sistemas de Gestão
8.     Ferramentas para a Análise e Solução de Problemas
a.     5W2H
b.    PDCA
c.     Diagrama de Ishikawa
d.    Brainstorming
e.     Outras
9.     Engenharia Econômica
a.     Uso da HP-12C
b.    Juro, Taxa de Juro, Capital e Montante
c.     Fluxo de Caixa
d.    Regime da Capitalização: Juros Simples e Compostos
e.     Análise de Investimentos
                                                       i.    Método do Custo Anual
                                                      ii.    Método do Valor Presente Líquido VPL
                                                     iii.    Método da Taxa Interna de Retorno TIR
                                                    iv.    Payback
                                                     v.    Exercícios e Casos Práticos
10.  Estatística Básica
a.     Conceitos Básicos em Estatística
b.    Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficas
                                                       i.    Tabelas e Gráficos para Dados Categóricos
                                                      ii.    Organizando Dados Numéricos
                                                     iii.    Tabelas e Gráficos para Dados Numéricos
                                                    iv.    Tabulações Cruzadas
                                                     v.    Gráficos de Dispersão e Séries Temporais
c.     Medidas de Tendência Central média, mediana, moda, quartil, decil, percentil, média geométrica
d.    Medidas de Variação e Formato amplitude, variância, desvio-padrão, coeficiente de variabilidade

Palestrante

Marco Antonio Oliveira Neves, graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e pós-graduado em Administração da Produção e Finanças no CEAG da FGV-SP. Diversos cursos de extensão em Logística no Brasil e no Exterior. Atuação em empresas como Goodyear, Cia Cervejaria Brahma (atual Ambev), Cervecera Nacional, Ryder Logística e Deloitte Consulting. Atualmente é Diretor Presidente da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda, da NETLOG (voltada ao hunting e outplacement) e da Guepardo Serviços Técnicos. Palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (em mais de 10 países). Atua como consultor em logística (mais de 200 projetos realizados) e como palestrante. Nos últimos oito anos treinou mais de 15.000 profissionais de 3.500 diferentes empresas em diversos cursos abertos e in-company. É colunista da Revista Mundo Logística e da Revista Quatro Rodas, além de autor de mais de 350 artigos na área.

Inscrições

Através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br. No e-mail informe os dados do participante nome, cargo e e-mail e os dados da empresa para a emissão da nota fiscal eletrônica e do boleto bancário razão social, endereço completo, CNPJ e inscrição estadual

A nota fiscal e o boleto bancário serão encaminhados pelo e-mail. Vencimento em 10 dez dias.

Investimento

1.600,00 Mil e Seiscentos Reais por participante.

Tabela de descontos
  • 2 participantes da mesma empresa 5%
  • 3 ou mais participantes da mesma empresa 10%

Inclusos no valor o certificado, coffee-break, almoço e material de apoio (pasta, caneta e bloco).

O material didático, em versão eletrônica CD e impressa, será disponibilizado a todos os participantes.

Cancelamento de Inscrições e Substituição de Participantes

Todo e qualquer cancelamento deverá ser comunicado de forma escrita, por e-mail, informando o nome do participante, treinamento e empresa, seguindo os procedimentos conforme abaixo.

Participantes poderão ser substituídos, porém será necessário enviar e-mail em até 42 horas antes da data do respectivo treinamento, formalizando a mudança de participante para a impressão do certificado e crachá.

1. Cancelamento por parte do participante em até CINCO dias úteis antes da realização do treinamento
No caso de pagamento já realizado, o valor pago será devolvido, descontando-se os impostos recolhidos e pagos pela Tigerlog, devido à impossibilidade de cancelamento da Nota Fiscal.

2. Cancelamento por parte do participante em prazos inferiores a cinco dias até a data de realização do treinamento
No caso de pagamento já realizado, o valor pago NÃO será devolvido e NÃO HAVERÁ POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.
No caso de pagamento não efetuado, ou seja, a vencer, IMPLICARÁ NA COBRANÇA INTEGRAL DO VALOR DA INSCRIÇÃO, SEM A POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.

3. Participante não comparece ao treinamento no qual foi inscrito e não comunica a Tigerlog
No caso de pagamento já realizado, o valor pago não será devolvido e NÃO HAVERÁ POSSIBILIDADAE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.
No caso de pagamento ainda não realizado, será cobrado do participante ou da empresa O VALOR INTEGRAL DA INSCRIÇÃO, SEM A POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO OU REAGENDAMENTO.

4. Cancelamento por parte da Tigerlog/ Guepardo Logística

A Tigerlog reserva-se no direito de cancelar o curso, com até 48 horas de antecedência, no caso de não atingir o mínimo de 15 participantes. Nesse caso, todos os participantes serão informados por e-mail e telefone, contando com a opção de utilizar o valor pago (se pago) em outros cursos da Tigerlog, podendo ainda usufruir de crédito adicional de 25% a 30%; dependendo do curso ou solicitar a devolução do valor integral pago.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O que está acontecendo com as Transportadoras no Brasil?

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda 
Há alguns anos atrás, os acionistas do Expresso Mercúrio e do Expresso Araçatuba, duas importantes e bem sucedidas empresas do setor de transporte de cargas optaram por deixar o mercado, repassando suas operações a um grupo multinacional. Ano passado foi a vez do Rapidão Cometa ser adquirido integralmente pela Fedex. Recentemente, outra empresa, tida como referência no setor, o Expresso Jundiaí, também foi vendido para a Femsa Logística, subsidiária da Femsa (engarrafadora Coca-Cola), com sede no México e com atuação em seis países latino-americanos. 
Boatos no mercado citam que outras empresas de porte também estariam em negociações avançadas com empresas nacionais e multinacionais. Verdade ou mentira? Na prática isso não importa. Empresários do setor estão apreensivos com os fatos recentes e questionam as motivações por detrás de tudo isso e os rumos futuros do mercado. 
Na prática existe um pouco de tudo por detrás dessas decisões. 
Existe desapontamento com o mercado? Sim, claro, e muito, principalmente para as Transportadoras estabelecidas há muitos anos no setor, e que vivenciaram tempos áureos nas décadas de 60, 70, 80 e meados de 90. Tempos que não voltarão jamais! 
Existe preocupação com o futuro? Obviamente que sim. Tudo aponta para uma realidade oepracional cada vez mais complexa, no qual ocorrerá uma grande pressão dos custos e uma enorme necessidade de investimentos. E sabemos de antemão que nem toda a parcela adicional de custos conseguirá ser repassada aos Clientes. Isso significará menores margens para as Transportadoras.
Menores margens para um setor extremamente castigado. Sem a rentabilidade adequada, como criar condições para novos investimentos? 
Existem problemas sucessórios? Sim, claro, não que estejam relacionados aos casos citados acima, mas esse foi, no passado, um dos maiores problemas do setor. Ainda é um problema delicado, mas em menor escala. Muitas transportadoras ainda são administradas como empresas familiares, e nem sempre um descendente direto ou indireto do fundador ou dos executivos da empresa reúne as condições técnicas necessárias para exercer a função para o qual foi direcionado. O problema é que os responsáveis pelas das Transportadoras demoram para perceber tudo isso, ou preferem não enxergar. 
Existe a questão de oportunidade? Também. A grande maioria das empresas têm em mente o valor que elas entendem que o seu negócio valha. Se alguém oferecer algo próximo disso, com certeza despertará ainda mais nos acionistas o interesse na venda da empresa. E se as coisas caminharem bem, porque não vender? 
Em resumo, vivemos momentos inesquecíveis no passado, não testemunhamos uma boa situação no presente, e tampouco esperamos um horizonte melhor no futuro. Nessa análise restrospectiva, e projetando o futuro, muitos acionistas "pediram para sair". Nos exemplos citados, "saíram muito bem, obrigado." Saíram na hora certa, segundo o entendimento deles. 
Sair seria a solução? Depende. Ao mesmo tempo que temos gente saindo, bem ou mal, temos gente entrando, também se dando bem ou mal. Alguns enxergam oportunidades no cenário atual e futuro, outros estão realmente desanimados ou foram inteligentes o suficiente para entender o momento certo de parar. 
Se resolver ficar, tenha em mente que o que serviu até aqui poderá não servir mais. Será preciso reavaliar a sua empresa constantemente e redirecioná-la para os novos  desafios do mercado. É como comandar uma embarcação, ora enfrentado mares tranquilos, ora enfrentando tempestades e ondas gigantescas. Está pronto comandante? Está disposto a tudo isso marujo? 
A Tigerlog, através da sua divisão de consultoria Guepardo, disponibiliza serviços de apoio e orientação empresarial a custos realmente competitivos, que poderão auxiliar a sua empresa no correto diagnóstico e tomada de decisão. 
Desenvolvemos um questionário em Excel, com mais de 70 perguntas, que poderão lhe proporcionar uma rápida avaliação do nível de competitividade da sua empresa. Através de um amplo e objetivo questionamento, você poderá identificar a pontuação obtida e ao final, concluir sobre a necessidade de rápidos ajustes ou de mudanças estruturais. 
Essa "ferramenta" é disponibilizada GRATUITAMENTE, apenas para diretores e proprietários das Transportadoras. 
Trata-se de uma ferramenta exclusiva para Transportadoras.

Solicite-a pelo e-mail marcoantonio@guepardologistica.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sucesso ou Fracasso na Implantação das Práticas Classe Mundial em Supply Chain. Você decide!


Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

Existem dois tipos de melhores práticas, cada qual requerendo uma diferente abordagem para implantação.

O primeiro tipo de melhores práticas corresponde àquelas com ganhos incrementais. Normalmente envolvem pequenas modificações nos processos existentes ou ajustes nos procedimentos atuais, produzindo mínimos impactos na organização, um pouco mais talvez nas pessoas ou departamentos diretamente envolvidos com a mudança. Em função do baixo impacto produzido, são mais fáceis de serem implantadas e dificilmente se defrontarão com a resistência de pessoas chaves na organização.

O segundo tipo de melhores práticas envolve um considerável nível de reengenharia. Requer uma completa reorganização ou até a substituição de uma atividade existente. O nível de mudança é massivo, resultando em redução ou substituição de pessoal devido às mudanças na forma de executar as coisas. O risco de falhar é alto, porém a possibilidade de obter recompensas consideráveis é também maior.

Em qualquer uma das situações, a existência de uma área de Engenharia Logística será crucial para alcançar e manter resultados realmente diferenciados.

Antes de implantar qualquer tipo de melhoria, sejam elas incrementais ou não, recomenda-se avaliar o ambiente atual e verificar se as chances de alcançar sucesso são grandes ou não. Os pontos citados a seguir indicam situações de maior probabilidade de acerto ao implantar as melhores práticas na gestão da cadeia de abastecimento de materiais.

1) Existe uma cultura de mudanças no nível gerencial em sua empresa? Vários executivos têm em seu DNA uma disposição muito grande para a mudança. Se os departamentos envolvidos na melhoria contínua tiverem à frente uma pessoa com esse perfil, certamente obteremos sucesso na implantação das melhores práticas em supply chain.

2) Existe uma cultura de melhoria contínua na sua empresa? Se a sua empresa também tiver maturidade na realização de projetos de melhoria contínua, teremos então um campo ainda mais fértil para o plantio das melhores práticas e colheita dos resultados esperados. Mas, se ela vive de ações pontuais e de posturas reativas, com certeza teremos muitas dificuldades, principalmente em projetos de médio e longo prazo.

3) A sua empresa está vivenciando uma experiência de resultados financeiros ruins? Se existem perdas significantes ou tendências nesse sentido, isso pode representar um bom momento para a implantação das melhores práticas na gestão da cadeia de abastecimento. Porém, a falta de recursos poderá inviabilizar os novos projetos de melhoria contínua. Se a situação não for boa, priorize projetos com menor necessidade de investimentos.

4) Existem novos executivos na empresa? Executivos recém chegados querem deixar a sua "marca" na empresa, e em função disso estão mais dispostos a encarar novos desafios e os riscos relacionados às mudanças. Por outro lado, executivos ocupando seus cargos há muito tempo tendem a evitar grandes sobressaltos para não comprometer o status quo obtido ao longo dos anos dedicados à empresa.

5) A realização de benchmarking mostra a existência de grandes oportunidades? Muitas empresas, regularmente, comparam o seu nível de performance com outras empresas, especialmente com aquelas que contam com uma reputação de obter resultados excepcionais em função de suas práticas diferenciadas de gestão. Se existir uma diferença de desempenho realmente significativa entre essas outras empresas e a sua, com certeza será muito mais fácil criar condições internas para a implantação das melhores práticas em supply chain. Capriche no levantamento de dados e nas análises de viabilidade técnico-econômico-financeiro.

6) A área de supply chain é entendida como uma competência essencial para a sua empresa? Se a resposta é SIM, siga em frente na identificação de oportunidades de melhorias e na implantação das melhores práticas. Se NÂO, você com certeza não obterá o apoio necessário para a realização das metas.

7) Você conta com os recursos necessários para a implantação das melhores práticas? Não estamos falando apenas de recursos financeiros, mas de pessoal capacitado (principalmente de engenheiros logísticos voltados à melhoria contínua), sistemas de informação dos quais os dados possam ser extraídos e analisados, ferramentas para a gestão do projeto,infraestrutura operacional adequada,etc.

8) Seus principais Fornecedores e Clientes estão dispostos a buscar a melhoria contínua de forma conjunta? Não se esqueça que projetos em supply chain envolvem agentes externos, como Fornecedores primários e secundário, canais de distribuição e Clientes finais.Verifique se eles estão realmente prontos e dispostos para o desenvolvimento de projetos em conjunto. Se SIM, tudo ficará mais fácil, muito mais fácil!

Se as respostas às questões anteriores foram, na sua  maioria, positivas, você seguramente terá uma experiência bem sucedida na implantação das melhores práticas de mercado na gestão da cadeia de abastecimento de materiais. Se não, reavalie cuidadosamente se esse é o momento ideal.

Após a implantação, trabalhe fortemente na comprovação dos resultados obtidos. Isso garantirá um caminho mais suave para o seu próximo projeto voltado às melhores práticas em supply chain. E assim você poderá multiplicar seus resultados!

Se já conta com uma área de Engenharia Logística, direcione-a para a identificação de oportunidades de melhorias e para a implantação das melhores práticas, que colocarão a sua empresa em um patamar superior de performance. Se não conta com engenheiros logísticos, desenvolva-os rapidamente, pois está fazendo e fará muita falta para a sua empresa.

Mãos à obra e bom trabalho!

Entre os dias 26 e 29/11/2012 a Tigerlog realizará a nova turma do treinamento 
FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS LOGÍSTICOS. 
Restam apenas 10 vagas. Não perca essa oportunidade! Prepare-se para os desafios futuros ainda em 2012!!! 

Maiores informações com Beatriz através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br ou através do site http://tigerlog.com.br/curso.asp

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Artigo: Que tal desenvolver a sua área de ENGENHARIA LOGÍSTICA?


Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda


Através da engenharia logística podemos desenvolver e implantar soluções técnicas altamente personalizadas às nossas necessidades e expectativas, e diferenciadas das soluções adotadas pelos principais concorrentes.


Contar com inteligência em logística deixou de ser um caro luxo e se transformou em um importante diferencial competitivo. Afinal, você pretende se tornar um sobrevivente bem sucedido ou uma estatística de mortalidade entre as empresas que não mais existem?


A logística está entre as três competências básicas de qualquer empresa. Cada vez mais ganha importância entre as atividades "essenciais" das empresas como Produção, Vendas/Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento, Finanças, etc.


Várias são as aplicações práticas da inteligência logística. Envolve desde pequenas melhorias na operação atual,  passa pela implantação de soluções que envolvam novas competências na gestão e na operação logística e chega a projetos inéditos, que tratem por exemplo, da construção de um novo Centro de Distribuição ou da implantação de um sistema WMS - Warehouse Management System, que movimentarão cifras representativas.


Sem uma área de engenharia logística, por exemplo, como viabilizar de forma bem sucedida, a atuação da sua empresa no comércio eletrônico? Como poderemos separar caixas ou itens individualmente, embalá-los da forma adequada e entregar no prazo e nas condições acordadas com o Cliente?


Outro exemplo de aplicação seria o redesenho e redimensionamento da malha logística, reavaliando o modelo operacional existente, o nível de serviço aos canais de distribuição utilizados e os custos correspondentes.


Infelizmente não existe uma formação específica para Engenheiros Logísticos no Brasil, equivalente a Engenharia Civil ou Engenharia da Produção. O aprendizado ocorre na prática, na base da tentativa e erro. Importantes horas acabam sendo desperdiçadas nessa atribulada missão.


O trabalho da engenharia logística é incessante. Atua sob uma perspectiva de melhoria contínua, na qual os desafios são cada vez maiores. Aumenta o grau de complexidade, exigindo do Engenheiro Logístico conhecimentos cada vez mais específicos, como legislação fiscal / tributária, seguros em transportes, estatística avançada, pesquisa operacional, engenharia econômica, etc.


Dispor de um ou mais recursos dedicados pode parecer caro. Não dispor de pessoal capacitado e dedicado a acrescentar novas competências logísticas poderá custar mais caro ainda! Por isso, trate a engenharia logística como algo essencial, e não supérfluo. Não encare como custo, mas como investimento, um investimento que permitirá à sua empresa transpor fronteiras até então desconhecidas!


Capacite a sua equipe e colha os resultados! Boa sorte!


A Tigerlog oferece desde 2005 o curso FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS LOGÍSTICOS, que já capacitou mais de 270 profissionais da área e oito turmas formadas. Uma nova turma já está confirmada para 26 a 29/11/2012. Inscreva-se para as últimas vagas existentes!

Para acessar o conteúdo programático do curso, segue link:
http://www.tigerlog.com.br/curso.asp?cur_id_curso=205&cur_mes=11-2012

Maiores informações através do e-mail treinamento@tigerlog.com.br com Beatriz Tierno, ou através do site www.tigerlog.com.br